ESTREIOU ONTEM - CAOS 1-3!
Com as amigas Ana Liz e Maíra Chasseraux no elenco. Infelizmente, ontem não pude comparecer, mas quinta que vem estarei lá as prestigiando.

De 15/06 a 07/09 - Qui Horário: 21h30 Preço: R$ 12,00 - $
Centro Cultural São Paulo R. Vergueiro - 1.000 Paraíso Fone: 3277-3611
O espetáculo faz parte da mostra Caos 1-3 - Episódios do Mundo Moderno. Apesar de ser dividido em três partes, Caos 1-3 pode ser visto em continuidade ou separadamente. O episódio 1 discute as relações de sete amigos dentro do círculo vicioso da diversão: o ecstasy, a promiscuidade, a pouco aprofundada relação de uma noite e a vontade de realizar tudo o que é possível no menor espaço de tempo.
Direção: Kleber Montanheiro e Nicole Aun Elenco: Ana Liz Fernandes, Erica Montanheiro, Fausto Maule, Henrique Dantas, Maíra Chasseraux, Rodolfo Vilela e Thiago Adorno
Escrito por Patrícia Lobo às 10h36
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MINHA NAMORADA - (VINÍCIUS DE MORAES) Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada, você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ser
Você tem que me fazer um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque
E se mais do que minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada, pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
E os seus olhos tem que ser só dos meus olhos
Os seus braços o meu ninho,
No silêncio de depois
E você tem que ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois
Escrito por Patrícia Lobo às 18h15
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TRISTEZA NÃO TEM FIM, FELICIDADE SIM.
Saí de mim, com o vestido mais bonito que tive até então. Preferi sim, passear descalça nas ruas que permetiam-me a pureza das purezas, as risadas de ontem e antes de ontem, as bebidas, senti ali seu cheiro purificando e deixando a lembrança nata em minha memória que há de esquecer quando der conta de mim. Saí de mim, com o batom mais claro que tive, minha boca era a grande alegoria. Sorri, para o primeiro rapaz que vi e ousei-me pistacar para aquele outro, quarentão. Ouso-me sim! Pois quando voltar pra mim, não me ousarei. Saí de mim, livre, sem nenhuma peça íntima aparente, naquele momento não era necessário, a bela canção amargurada, linda e tola, sim era aquele blues madrugado que eu insisto em ouvir, pois pra quem estava livre até ali, só esperava sorrir naturalmente, era o que eu podia sim fazer, como fiz com todos, com o rapaz, com o quarentão, com a mulher poderosa, até mesmo prá Deus, ousei-me sim, pois quando eu voltar pra mim, lamentarei e ousarei somente gritar em meu silêncio, fechar-me a rua, a vida que sempre quis.
Escrito por Patrícia Lobo às 13h27
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Uma coisa que não suporto é covardia! Pessoas covardes!
Confiança, acreditar em alguém, ter a confiança. Uma grande virtude, quando isso não existe, não rola, não rola.
Sentir-se inseguro é isso. Não confiar. A pergunta é? As pessoas será que realmente passam confiança? Algumas sim, já outras.... criam insegurança no ser...
Escrito por Patrícia Lobo às 10h37
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CERTAS COISAS
Certas coisas às vezes acontecem pra nós tentarmos perceber... Quando insistimos em se enganar. Eu acho que sou assim... Medo de ver, às vezes me causa um grande transtorno. A gente se entrega e a reciprocidade não existe... Têm certas coisas que eu não sei dizer...
Aos poucos;
vou-me embora.
Bem aos poucos;
Com o corpo e carregando a minha alma.
Não tem como;
Sem explosão,
Não rola, não rola...
Escrito por Patrícia Lobo às 10h28
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