HOJE É DIA! ESTRÉIA A PEÇA - CHAPA QUENTE> Walter “Batata” Figueiredo e o estreante Paulinho “Picanha” de Tharso
HOJE - SEXTA FEIRA - 05/05 - Dia da peça do Grupo Cemitério de Automóveis - CHAPA QUENTE. Com muita satisfação irei ver meus amigos no palco. Ansiosa é a palavra. Ver meus amigos no palco é uma satisfação muito grande, é um dos momentos onde me pego muito feliz.
Nessa TRUPE estão: Marisa Lobo, Paulo de Tharso, Walter Figueiredo, Gabriel Pinheiro, Eldo, Régis, Marquinhos Arroba entre outros, com a direção de Mário Bortolotto e a produção de Fernanda D’Umbra e no backstage Douglas Kim, Marcelo Montenegro e a Mariana “Blanchet” - Adaptação dos quadrinhos Urbanos e maravilhosos de André Kitagawa. Mais informações no blog do Mário Bortolotto - (http://www.atirenodramaturgo.zip.net)
A partir de 5 de Maio
Sextas e Sábados: 21h30
Domingos: 20h30
Viga Espaço Cênico
Rua Capote Valente, 1323
Telefone: 3801-1843
Metrô Sumaré
Ingressos: R$ 20
Escrito por Patrícia Lobo às 23h14
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HAHAHA - TIMINHO - A GALINHADA VOLTOU PRA CASA CEDO>
Bom, porcada e galinhada na mesa! Vergonha, sempre é a mesma coisa. E a reação dos detentos? Acho que é assim que devo chamá-los, os tais dos torcedores. Comportamento lamentável... Depois ainda vem falar de "direitos humanos"... Todo mundo viu! Pra que devida reação? Torcidas com devido comportamento sempre existiu, em todo canto do mundo. Os Ingleses, argentinos... mas a diferença não é os torcedores, mas sim a polícia, não que a nossa está errada, diria o que chamamos de elementos de proteção, a diferença é que em outros países o "cassetete é de aço" aqui é de "espuma"...
Escrito por Patrícia Lobo às 22h50
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O PRAZER DA VIDA É FAZER O IMPOSSÍVEL> Dar a cara a tapa, realmente é pra poucos. Se jogou e aos poucos foi percebendo que estava se perdendo por algo totalmente diferente de si. Você tenta mais do que tudo, quando percebe está mais do que envolvido, tem medo de falar "...onde fui me meter?" Encosta a cabeça nas mãos, existe em sua frente uma tela de computador e muito trabalho pra se fazer, mas quando a coisa empaca. Teu gozo veio da insistência alheia que não sabe exatamente o que quer, você sabe que tudo está confuso, tua vida está uma verdadeira bagunça. Ainda existe uma tela de computador na sua frente, existe muita coisa pra você fazer. Onde foi que você foi se meter? Ou melhor... com quem?... Desesperar-se nem sempre é o melhor. Desiste disso.Decida você. Agora por favor, volte a viver, volte pro teu mundo. Ele te quer e sabe o que quer. Você.
Escrito por Patrícia Lobo às 14h15
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UFA! DEU TRICOLOR, perder para aquele timinho seria vergonhoso!
Escrito por Patrícia Lobo às 09h52
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RAMIFICANDO-ME> Aos poucos vou-me embora. Aos poucos vou me deixando. Em meio ao meu sorriso largo paralisa-se o tempo de meu fecho. É como se eu estivesse a entrar na capela calada pelo meu silêncio. Respiro e me jogo junto aos meus pensamentos. Toco em minhas memórias e sinto, como se eu estivesse na cama o cheiro suave. Aos poucos me abandono e me deixo. A cada derrota, só é mais um gole e mesmo assim eu nem lembro. Aos poucos eu me perco em seu abandono, onde me abandonastes sem medo. Cuidar do corpo e da mente é teu lema pra tentar expulsar a minha sombra e meu dulo em seu cabelo. Pra brigar a cada doce não comido a resistir como se fosse o meu beijo. Tudo isso é um grande sacrifício. A tua dúvida não tira o que sente e em quanto isso eu me vejo ramificada em seu despejo, pra quem está acostumada com despejo. Sinto e mesmo assim insisto. Percebo logo ao lado um palhaço que nem ao menos chegou ao circo, não teve graça e é por ele, que vejo, uma parte de mim derrotada e procuro entre os vagões, no restaurante com cadeiras vazias uma essência única e nem um pouco ramificada pra tornar espelho, o meu espelho pra eu perceber o que eu fui. Eu amo, amo muito. Amo no silêncio, amo na solidão e nem por isso vejo que a vitória seria o convencional. Sou votoriosa por tentar me achar a cada bom dia a vida, por cada passo nas extremidades de São Bento, por sonhar o que nem sei como posso conseguir. Amo por tentar descobrir onde ela se encontra, e quando menos a percebo me desanimo, pois nem sempre é fácil encontrá-la, mas nem por isso eu desisto e a percebo com efemeridade por aí, pelas vidas das pessoas e quando ela tromba e esbarra em mim é inevitável abrir aquele meu sorriso largo, em minhas partes ramificadas direciono a ela, a tão procurada, a felicidade.
Escrito por Patrícia Lobo às 20h56
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ESSE É O CARA - Hal Hartley Cineasta Independente - Americano
Escrito por Patrícia Lobo às 13h23
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E HOJE ACORDEI COM UMA VONTADE LOUCA DE ESCUTAR A BANDA PIXIES... - LA LA LOVE YOU!
Escrito por Patrícia Lobo às 10h05
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